COMEMORE !
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Hoje comemora-se a impressão da 1ª Bíblia nas Américas.
O fato ocorreu no ano de 1743 e para nossa alegria é o livro mais editado e lido do mundo.

Eis um livro:
1. Escrito num período que ultrapassa 1.500 anos;
2. Escrito por mais de 40 gerações;
3. Escrito por mais de 40 autores de diferentes posições – incluindo reis, agricultores, filósofos, pescadores, poetas, políticos, estudiosos, etc.;
4. Escrito em locais diferentes;
5. Escrito em épocas diferentes;
6. Escrito com humores diferentes: alguns escritos com muita alegria e outros com mais profundo pesar e desespero;
7. Escrito em três continentes: Ásia, África e Europa;
8. Escrito em três línguas: Hebraico, a língua do Antigo Testamento. Aramaico, a “língua comum” do Oriente Médio até a época de Alexandre, o Grande (século VI a.C. – século IV a.C.). Grego, a língua do Novo Testamento (a língua internacional na época de Cristo);
9. Finalmente, seus assuntos incluem centenas de tópicos polêmicos. Apesar disso, os autores bíblicos se expressam com harmonia e continuidade desde o Gênesis até o Apocalipse. Há apenas o desdobramento de uma história: “A redenção do homem por Deus”.
F.F. Bruce observa:
“Os próprios escritos pertencem a uma grande variedade de tipos literários. Incluindo história, direito (civil, criminal, ético, conjugal, sanitário), poesia religiosa, tratados didáticos, poesia lírica, parábolas e alegorias, biografia, correspondências, diários e autobiografias, além das inconfundíveis profecias e revelações. [...] Apesar de tudo isso, a Bíblia não é simplesmente uma antologia, há uma unidade que liga todas as suas partes. Uma antologia é compilada por um antologista, mas nenhum antologista organizou a Bíblia.
Única em sua divulgação
A Bíblia vem sendo lida por um número cada vez maior de pessoas e publicada em mais línguas do que qualquer outro livro da história. Mais e mais cópias de todo o seu conteúdo e de trechos vêm sendo produzidos acima de qualquer outro livro. [...] em nenhum lugar a circulação de um livro se compara às Escrituras. De fato, o primeiro livro impresso foi a Vulgata, tradução latina da Bíblia. Ela foi impressa por Gutenberg.
Hy Pickering afirma que, há trinta anos atrás, para a Sociedade Bíblia Britânica e Estrangeira alcançar sua demanda, ela tinha que publicar “uma cópia a cada três segundo, dia e noite; 22 cópias a cada minuto, dia e noite; 1.369 cópias a cada hora, dia e noite; 32.876 cópias todos os dias do ano”.
A História da Bíblia, de Cambridge diz: “Nenhum outro livro tem experimentado uma circulação constante que se aproxime da circulação da Bíblia”.
Única em sua tradução
A Bíblia foi um dos primeiros grandes livros traduzido (Septuaginta: tradução grega do Antigo Testamento hebraico, c. 250 a.C.). A Bíblia vem sendo traduzida, retraduzida e parafraseada, mais do que qualquer outro livro já existente. A Enciclopédia Britânica diz que “em 1966 a Bíblia completa aparecia [...] em 240 línguas e dialetos, [...] um ou mais livros da Bíblia em outras 739”. Três mil tradutores da Bíblia, entre 1950 e 1960, trabalharam na tradução das Escrituras. A Bíblia realmente continua única em relação à sua tradução
Única em sua sobrevivência
1. Sobrevivência através do tempo
Sendo escrita sobre um material perecível, copiada e novamente copiada por centenas de anos antes da invenção da imprensa, a Bíblia não teve o seu estilo, precisão ou fundamento comprometidos. Comparando-a com outros escritos da Antiguidade, a Bíblia apresenta mais testemunhos manuscritos do que uma dúzia de títulos da literatura clássica em conjunto.
John W. Montgomery declara que: “Duvidar do texto acabado do Novo Testamento é jogar no limbo toda a Antiguidade Clássica, uma vez que não há nenhum documento daquela época tão bem documentado quanto o Novo Testamento.
Bernard Ramm fala sobre a precisão de inúmeros manuscritos bíblicos: “Os judeus os preservaram como nenhum outro manuscrito foi preservado. Com sua massorá (parva, magna e finalis) [método de cálculo], eles mantinham a tabulação de cada letra, sílaba, palavra e parágrafo. Eles tinham uma classe especial de homens em sua cultura cujo oficio era preservar e transmitir esses documentos com fidelidade praticamente perfeita – escribas, juristas, massoretas. Quem contava as letras, as sílabas e as palavras de Platão ou Aristóteles? Cícero ou Sêneca?
2. Sobrevivência através da perseguição
A Bíblia vem resistindo como nenhum outro livro aos ataques cruéis de seus inimigos. Muitos tentaram queimá-la, bani-la e incriminá-la, desde os tempos dos imperadores romanos até os dias de hoje, nos países dominados por comunistas.
Sidney Collet diz: “Voltaire, o notável francês pagão que morreu em 1778, disse que em cem anos o cristianismo seria banido da existência e apagado da história. Mas o que aconteceu? Voltaire passou na história, enquanto a circulação da Bíblia continua a aumentar em quase todas as partes do mundo, abençoando os lugares onde alcança”.
Somente cinqüenta anos depois da morte de Voltaire, a Sociedade Bíblica de Genebra usou a sua prensa e sua casa para produzir pilhas de Bíblias. Que ironia da história.
3. Sobrevivência através do criticismo
H. L. Hastings tem se esforçado para ilustrar a maneira pela qual a Bíblia vem resistindo aos ataques da infidelidade e do ceticismo: “Há dezoito séculos, os incrédulos denigrem e refutam esse livro e, no entanto, ele permanece firme como uma rocha até hoje. Sua difusão aumenta e ainda é mais amado, estimado e lido hoje do que antes. [...] Quando um rei da França propôs a perseguição aos cristãos, um velho estadista e guerreiro disse: “Majestade, a Igreja de Deus é como uma bigorna que já desgastou muitos martelos”. O mesmo vêm fazendo os incrédulos ao martelar esse livro há séculos, até se gastarem, mas a bigorna continua resistindo. Se tal livro não fosse oriundo de Deus, os homens já o teriam destruído há muito tempo. Imperadores e papas, reis e sacerdotes, príncipes e governadores, todos já ergueram a mão contra ele, mas todos eles já morreram e o livro ainda permanece vivo.
A bíblia é única em enfrentar as suas críticas. Não há outro livro em toda a literatura como ela.
Única em seu ensinamento
1. Profecia
Wilbur Smith, que formou uma biblioteca pessoal de 25.000 volumes, conclui que a Bíblia “é o único volume produzido pelo homem, ou um grupo de homens, em que se encontra um grande corpo de profecias relacionadas a determinadas nações, a Israel, a todas as pessoas da terra, a certas cidades e a vinda daquele que é o Messias. O mundo da Antiguidade tinha muitos artifícios para determinar o futuro, conhecidos como adivinhação, porém, em todo âmbito da literatura greco-latina, embora se use as palavras do profeta e profecias, não encontramos quaisquer profecias específicas e reais de um evento histórico importante que aconteceria em um futuro distante, nem alguma profecia de um Salvador oriundo da raça humana. [...] O islamismo não pôde apresentar nenhuma profecia sobre a vinda de Maomé anunciada centenas de anos antes do seu nascimento. Nenhum dos fundadores de qualquer culto naquele país pôde tampouco mencionar algum texto que profetizasse com exatidão o seu surgimento”.
2. História
Em seu ensaio clássico The Biblical Period, o emérito arqueólogo Professor Albright inicia o texto assim: “A tradição nacional hebraica supera todas as demais em sua precisa descrição das origens tribais e familiares. Em vão procuraremos qualquer coisa que lhe seja comparável na história do Egito ou da Babilônia, da Assíria ou da Fenícia, da Grécia e de Roma. Tampouco, há o que se lhe compare na tradição dos povos germânicos. Nem a China nem a Índia puderam produzir algo parecido, pois seus mais antigos relatos são depósitos literários de tradições dinásticas distorcidas, sem nenhum traço dos pastores e camponeses por trás dos semideuses ou reis com os quais suas crônicas começam. Nem mesmo os mais antigos escritos históricos dos hindus (as Puranas), nem entre os primeiros historiadores gregos, há o menor sinal de que tanto indo-arianos quanto helenos hajam sido nômades que imigraram do norte para seus atuais territórios. Já os assírios, a bem dizer, recordam-se vagamente de que seus primitivos governantes, cujos nomes relembram sem nenhum detalhe a respeito de suas obras, moravam em tendas, mas de onde vieram já foi esquecido há muito tempo”.
“O quadro das nações” em Gênesis 10, de acordo com Albright, “permanece sendo um documento com assombrosa exatidão”.
3. Personalidades
A Bíblia retrata claramente o pecado de seus personagens. Lendo as biografias atuais é possível ver somo se apaga, omite ou ignora o lado sombrio das pessoas. A Bíblia não é assim. Lá as coisas são contadas como ocorreram.
Única em sua influência sobre a literatura à sua volta
Em The Greatest English Classic, Cleland B. McAfee escreveu: “Se, numa cidade qualquer de certa importância, todas as Bíblias fossem destruídas, o Livro poderia ser restaurado em todas suas partes essenciais a partir de citações encontradas nas estantes da biblioteca pública dessa cidade. Existem obras dedicadas especificamente a mostrar a influência da Bíblia na produção de quase todos os mais importantes literatos”.
Fonte:fonte: www.famíliad2.com.br
McDowell, Josh. Evidência que exige um veredito: evidências históricas da fé cristã – compilado por Josh McDowell – tradução Marcio Redondo – 2 ed. – São Paulo: Editora Candeia, 1996.
Valorizar o acesso a bílbia no Brasil é um hábito quase inexistente entre os brasileiros, já que em alguns países do mundo pessoas são torturadas e até mortas se forem encontradas portando uma bíblia.
Em uma versão contemporânea da importância deste livro, foi retratada pelo cinema nos primeiros meses de 2010 no filme "O livro de Eli ". Se gosta de filmes é uma boa pedida.
Então... cultive um bom hábito e leia a bílbia.
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